Japanese experts provide an analysis of the ProSavana project's concept note for the development of a large-scale agricultural project in Northern Mozambique.
- Landgrab-Japan
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20 December 2013
A governadora de Nampula, Cidália Chaúque, defendeu há dias na capital provincial a necessidade de as comunidades, sobretudo rurais, serem consideradas sempre como interlocutoras válidas na posse e exploração da terra.
- Noticias
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18 December 2013
Sayaka Funada-Classen analisa ainda possíveis associações entre o ProSAVANA e outros megaprojectos, cuja implantação atravessa toda a zona do corredor de Nacala
Il Paese è tra i principali protagonisti del fenomeno dell’'accaparramento della terra'
O Prosavana é uma má experiência importada do Brasil, um exemplo perfeito de abordagem do topo para a base, um processo iniciado e conduzido apenas ao mais alto nível
Um projeto de produção de alimentos em Moçambique, com financiamento do Brasil, vem recebendo críticas de pequenos agricultores e entidades do país do leste africano, ex-colônia portuguesa.
- Folha de S.Paulo
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30 November 2013
O ministro da Agricultura de Moçambique, José Condungua Pacheco, vê uma "conspiração" nas críticas ao ProSavana.
- Folha de S.Paulo
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30 November 2013
Não temos um Governo a trabalhar para o povo, a defende-lo e aos seus interesses, temos um governo cego de ganância, a fazer negócios irreflectidos, um atrás do outro e como se não houvesse amanhã.
Las organizaciones de la sociedad civil japonesas apelan al Ministerio de Relaciones Exteriores (MOFA) y a la Agencia japonesa de cooperación Internacional (JICA) para que suspendan inmediatamente y reformulen el programa ProSAVANA
One of the central figures of the Brazilian ‘sem-terra’ (without land) movement, Augusto Juncal, was in Maputo as a ‘heavyweight reinforcement’ for the campaign by Mozambican small-scale farmers against ProSavana.
Uma das figuras centrais do movimento "sem-terra" brasileiro, Augusto Juncal, esteve em Maputo como "reforço de peso" da campanha dos camponeses moçambicanos contra o ProSAVANA.
Un’alleanza a tre tra Mozambico-Brasile-Giappone prevede di trasformare un’area di 145mila km² nel nordest del paese in un’immensa industria agroalimentare. Scatenando la mobilitazione dei contadini, della società civile e della Chiesa contro la privatizzazione della terra e lo sfratto di milioni di piccoli agricoltori.